Aprendendo a cuidar do lixo

Publicado em 6 de janeiro de 2019
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O problema do lixo não termina quando o jogamos na lixeira de nossa casa. Cabe a cada um de nós separar o que pode ser reaproveitado e depois acondicionar corretamente o material a ser recolhido pelos caminhões do serviço de limpeza pública do município. Dessa forma, contribuímos para a preservação do meio ambiente e também protegemos os coletores de acidentes.

Com o objetivo de conscientizar não só os adultos, mas também a garotada, a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) reuniu algumas dicas sobre como cuidar do lixo doméstico. Em primeiro lugar, é indispensável que os resíduos sejam embalados em sacos plásticos bem fechados. O correto é não enchê-los demais, para não estourarem durante a locomoção.

O que for reciclável, como latas de alumínio, garrafas PET e de vidro, embalagens plásticas e papel limpo, deve ser separado e destinado a postos de entrega voluntária. Há também algumas instituições e cooperativas de catadores que costumam retirar o material nas residências, se for acumulado um grande volume que compense o custo do frete. “Reciclar também pode ser uma forma de colaborar com ações sociais”.

Material cortante e perfurante em geral, como cacos de vidros e pregos, deve ser envolvido em papel jornal ou disposto em recipientes com tampas, antes de ir para as lixeiras. Cuidados como esses evitam acidentes com os profissionais que diariamente fazem a coleta.

O lugar de pilhas e baterias não é o lixo comum. Isso porque esse tipo de material, quando disposto em aterros sanitários, libera substâncias tóxicas que poderão a vir contaminar o solo e os lençóis freáticos. Nesse caso, a Resolução Nº 257 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) determina a devolução aos fabricantes através dos estabelecimentos que comercializam esses produtos.

Como os caminhões da limpeza pública têm períodos preestabelecidos para fazer a coleta em cada região, o certo é apenas colocar o lixo para fora de casa próximo a esse horário, evitando assim que os resíduos fiquem sujeitos a chuvas e animais. Entulhos e objetos grandes não devem ser misturados ao lixo convencional. Para esse tipo de material, há serviços de coleta e destinação final específicos.

“O lixo não é só responsabilidade da administração pública. Também é dever do cidadão colaborar para que os resíduos gerados por ele próprio tenham um tratamento adequado. Estar consciente da necessidade de se reduzir a produção de lixo também é fundamental”.

Texto baseado em artigo da Gazeta Digital

Alceu Jr – Assessor de Imprensa

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